"E pensar que poderia achar prazer em teus abraços, carinho em teus beijos, segurança em teus sussuros; o maximo que cheguei a achar foram as desasgraças dum coração tão já ferido, que a outro fere!"
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Cartas
Oh, minha amiga! Não sabes o conforto que encontro em escrever-te! Temo não mais ama-lo! Não te rias de mim Helena, pois sei que eras bem contra o nosso amor, mas sinto-me triste, doce amiga, sinto-me mergulhar na antigaa depressão de meus pensamentos, socorra-me!
Sento-me ao seu lado, mas não já não sinto o prazer que antes sentia ao faze-lo, ele segura a minha mão, e eu já não tremo! Que será? caí na monotonia do amor que os velhos sempre nos avisam, ou perco o encontro de nossos corações?
Mas em todo não o temo, antes sem ele tinha meus sonhos, quando ele conquistou-me meu sonho passou a ser apenas ele, sinto saudades de minhas aspirações.
Estou decidida Helena, abrirei mão de nosso amor, para que tenha outra vez, o sonho do qual noites de sono me roubou! Abro mão de nosso amor, já morto, para ter outro bem mais novo!
Sento-me ao seu lado, mas não já não sinto o prazer que antes sentia ao faze-lo, ele segura a minha mão, e eu já não tremo! Que será? caí na monotonia do amor que os velhos sempre nos avisam, ou perco o encontro de nossos corações?
Mas em todo não o temo, antes sem ele tinha meus sonhos, quando ele conquistou-me meu sonho passou a ser apenas ele, sinto saudades de minhas aspirações.
Estou decidida Helena, abrirei mão de nosso amor, para que tenha outra vez, o sonho do qual noites de sono me roubou! Abro mão de nosso amor, já morto, para ter outro bem mais novo!
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